Chá de Domingo #61: Lançamento do Livro Vagos d’Escrita

Hoje foi o lançamento do livro “Vagos d’Escrita”, organizado por Basílio de Oliveira. O evento iniciou-se pelas 15 horas e foi publicitado pela Câmara Municipal de Vagos, realizando-se no Centro de Educação e Recreio de Vagos (CER).
Tomei o primeiro contacto com este projecto quando ele ainda estava nas mãos de ex-alunos da minha escola secundária. Tive, também, oportunidade de conversar várias vezes com o sr. Basílio um ano antes do lançamento, ajudando-o até a encontrar mais um autor.
A apresentação do livro contou com a presença de Basílio de Oliveira, que reuniu escritores do concelho de Vagos durante cerca da dez anos, Silvério Regalado, o presidente da Câmara Municipal de Vagos, Paulo Rei, editor e grafista do livro, Óscar Gaspar, que apresentou a livro, e Mário Oliveira, o presidente do CER.
O livro homenageia os escritores de Vagos, incluindo cerca de 120 entradas, entre vivos e já falecidos.
Ao ler o livro irão encontrar escritores de todas as classes sociais, desde agricultores, professores, alunos, arquitectos, doutores, autarcas, jornalistas, instituições culturais e sociais, padres e bispos.
Há quem tenha escritor sobre Vagos; há quem tenha escrito para agradecer aos de Vagos; há quem tenha escrito de longe para não esquecer Vagos. Temos, neste roteiro bibliográfico quem tenha escrito de Vagos, por Vagos, para Vagos.
Infelizmente, nem todos os escritores (ou as sua famílias no caso dos que já não estão entre nós) estiveram presentes, caso contrário o anfiteatro do CER não chegaria. O evento contou com várias dezenas de espectadores. O livro incluí alguns dos mais jovens escritores, muitos dos quais só agora se iniciaram nas lides da escrita. Para fazer parte, só era necessário ter publicado um livro, qualquer que fosse o tema. Os consagrados como, por exemplo, João Grave, também não foram esquecidos. Tive a honra de ver o meu nome incluído nesta obra:

Creio que esta é uma iniciativa muito positiva, que dá a conhecer muitos dos escritores que, de outro modo, arriscar-se-iam a ser esquecidos e um exemplo que outros concelhos deveriam seguir. Apesar de tudo, este livro é um trabalho que nunca estará acabado, pois irão surgir sempre mais escritores nesta vila com forte influência marítima.

Podem ler a notícia aqui.

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