As Nuvens de Hamburgo

Marta é uma jovem que consegue ver o passado.

Assim que chega a Hamburgo, como estudante de Erasmus, vê-se transportada para a época Nazi, onde testemunha as brutalidades do Holocausto.

Nas suas viagens, Marta é atraída para um jovem soldado, encontrando-o nos recantos mais sombrios da história da cidade. A frequência dos encontros leva-a a procurar no presente a sua identidade.

O que é que os une? Apercebendo-se que consegue interagir com o passado, Marta procura descobrir qual o propósito deste dom. Mas será ela um mero peão num jogo que não consegue controlar ou será capaz de alterar o passado?

Um romance apaixonante, passado sob o manto da Segunda Guerra Mundial, que não irá deixar ninguém indiferente.

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Uma trama bem urdida que se lê numa tarde bem passada, mas cuja memória nos acompanha até muito depois de o termos devolvido à estante. É de mergulhar nestas páginas e viajar através delas.

Curto, movimentado e com bons diálogos, As nuvens de Hamburgo é um romance composto, e muito aconselhável que se alinha com o tipo de ficção especulativa que tem sido publicada fora de Portugal.

Cristina Alves

Uma belíssima surpresa, este romance de Pedro Cipriano.

E este As Nuvens de Hamburgo, pequenino e ainda com pouca visibilidade, é testemunha de que os autores nacionais têm muito para dar ao mundo das letras, independentemente do género.

Surpreendente. É um livro pequeno, simples, e fácil de se gostar. Cipriano controla bem a história e não a deixa fugir perdida num espaço imenso que teria sido possível com a premissa que usa. Em vez disso, leva as personagens exatamente para onde quer, com uma pesquisa bem feita e um enredo realista (dentro da fantasia). Gostei bastante!

Bruno Martins Soares

…depois de começar não consegui parar de lê-lo.

Uma novela de fantasia que não destoaria numa série do género Twilight Zone.

Gostei bastante da forma directa e eficaz com que Pedro Cipriano escreve, o seu discurso simples e narrativa rápida faz com que nos mantenhamos agarrados durante toda a leitura e a estrutura pequena da obra torna as pausas inexistentes.