Chá de Domingo #44: Aquecimento para o Camp NanoWrimo de Julho 2015

E vai mais uma voltinha! E está quase a começar a altura mais infame do ano, pelo menos na minha opinião: O Camp Nanowrimo! Infame porque nunca consegui acabar nenhum e muito menos terminar algum livro neste período, apesar de já ter tentado 3 vezes! A história responsável por todos estes desaires chama-se O Canto do Rouxinol, que comecei em 2012 e já sobreviveu a três Camp Nanowrimo (Abril de 2013, Julho de 2013 e Abril de 2015) e a dois Nanowrimos (2013 e 2014)! Será que à sexta é de vez? Como meta, decidi impor 1100 palavras por dia, […]

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Camp Nanowrimo – Abril de 2015: Dias 27 a 30 – O fim!

Devido a um problema de saúde súbito, vi-me obrigado a desistir do Camp Nanowrimo. Assim sendo, fiquei-me pelas 16004 palavras, menos 14000 que a meta. Cumpri pouco mais de metade do desafio. Escrevi cerca de dois capítulos no Canto do Rouxinol e doze no Jarro de Porcelana. Mesmo que não tivesse ficado doente, duvido que conseguisse cumprir o objectivo. O arrasto inicial prejudicou-me bastante. Em Julho há mais…

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Camp Nanowrimo – Abril de 2015: dia 25 – E vai mais um…

Hoje consegui completar mais um capítulo no Jarro de Porcelana. Escrevi umas modestas 1764 palavras e cheguei a um total de 12854. O capítulo foi mais difícil que o normal, porque tem bastantes implicações no enredo e não quis deixar as coisas ao acaso e muito menos ter de voltar atrás para mudar coisas. Aproveito para vos deixar com mais algumas imagens de Aveiro (e arredores):

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Camp Nanowrimo – Abril 2015: dia 23 – Aveiro

Hoje escrevi mais 2840 palavras, atingindo um total de 11024. Faltam cerca de 19 mil em sete dias para cumprir o objectivo proposto. Isto já teve pior aspecto, por isso estou confiante! É a segunda vez que escrevo uma história passada em Aveiro (podem saber mais sobre a outra aqui). É natural  que me incline sobre a minha cidade natal, mesmo sem nunca lá ter vivido. Como em tudo, até as histórias escritas tendem a centrar-se em Lisboa, Porto e Coimbra. Não que isso seja errado, apenas reflecte a realidade. Deste modo quis mostrar um pouco Aveiro através da ficção. […]

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