Livros: The Catcher in the Rye

Este era um daqueles livros que já andava há algum tempo à espera de ter tempo para ler.

Autor: J. D. Salinger

Sinopse: Since his debut in 1951 as The Catcher in the Rye, Holden Caulfield has been synonymous with “cynical adolescent.” Holden narrates the story of a couple of days in his sixteen-year-old life, just after he’s been expelled from prep school, in a slang that sounds edgy even today and keeps this novel on banned book lists. It begins,

“If you really want to hear about it, the first thing you’ll probably want to know is where I was born and what my lousy childhood was like, and how my parents were occupied and all before they had me, and all that David Copperfield kind of crap, but I don’t feel like going into it, if you want to know the truth. In the first place, that stuff bores me, and in the second place, my parents would have about two hemorrhages apiece if I told anything pretty personal about them.”

His constant wry observations about what he encounters, from teachers to phonies (the two of course are not mutually exclusive) capture the essence of the eternal teenage experience of alienation.


Este é outro daqueles livros que eu li tarde demais. Apesar de me conseguir ligar à personagem principal, o facto de já não ser propriamente adolescente não me ajudou a explorar o potencial da obra.
Aquilo que muitos se queixam: as digressões, os palavrões e aparente falta de moralidade na história não são os maiores defeitos da obra, são antes os pontos altos. Acho que este livro não pode obedecer às regras da literatura convencional, pois caso o fizesse, ia destruir a sua essência. Considero que capta a essência de ser adolescente, apesar de não me recordar de ter chegado a este extremo. Será que varri isso da minha memória?
Contudo, acho que falta algo no livro! não sei o que é, mas senti a falta de algo mais.
Recomendo a todos os adolescentes e jovens adultos. O calão, referências à sexualidade, as críticas à sociedade, etc não são nada do outro mundo e escondê-las dos jovens, numa atitude super-protectora, faz mais mal do que bem.

Classificação: 4 estrelas

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